Marabá, que significa filho de europeu com uma mulher indígena, conta a

história de um rapaz que sonha em ser artista circense e que fará de tudo para realizar seu sonho.

Desafios e obstáculos, um herói pronto para superar as barreiras. No primeiro ato, em meados de 1500 em tom épico, a caravela viaja em alto mar onde os marujos navegam em busca do desconhecido. Alto mar sinônimo de perigo, a caravela é atacada por piratas corsários, batalhas são travadas ao longo do percurso. Eles celebram a vida, confraternizam a vitória, viajam dias e noites e chegam ao desconhecido, encontrando florestas tropicais, animais selvagens e índios, onde a miscigenação inicia.

No segundo ato, no “Porto de Santos” estamos nos anos de 1920  em uma época pré-modernista onde Marabá é um estivador portuário, trabalhador que acredita em seus sonhos. Em suas horas vagas  frequentava o bastidores do circo em sua cidade, onde ele sonhava em ser um grande artista. Qualquer oportunidade que tinha estava lá, treinando piruetas e acrobacias, aprimorando suas habilidades, até que um dia, ele tem sua esperada chance de integrar a trupe de um grande circo. Pelas mãos resistentes e criativas de seus artistas o circo se renova e sobrevive através do tempo, transitando entre novas e antigas gerações.

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